A ESCOLA E O PROFESSOR “PAULO FREIRE E A PAIXÃO DE ENSINAR” DE MOACIR GADOTT

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A ESCOLA E O PROFESSOR “PAULO FREIRE E A PAIXÃO DE ENSINAR” DE MOACIR GADOTT

Mensagem por GESSÉ CHARLES DE ARAÚJO em Sex Abr 19, 2013 7:16 pm


CONCEITOS
(NO MÍNIMO 10 CONCEITOS) O QUE EU APRENDI
(ENTENDIMENTO DO ACADÊMICO) GLOSSÁRIO
(CONCEITO DO AUTOR CONSTANTE NO LIVRO)

AÇÃO CULTURAL
Ação cultural é aquela na qual os agentes da ação, os transformadores
culturais incentivam o sujeito (a que a ação está direcionada) a assumir o papel
de agentes da ação.

Para Paulo Freire, todos os seres humanos, ao entrar em contato com a natureza e refletir sobre o sentido que tem sua ação, são criadores de cultura. Portanto, sua ação é uma ação cultural.

ACULTURAÇÃO
O termo aculturação designa o processo de contato entre culturas distintas e as suas consequências, o processo de implantar uma nova cultura num ambiente que não o da sua origem.Um dos exemplos de aculturação é a cultura romana que, por ser tão similar à grega, torna-se praticamente uma cultura denominada como cultura greco-romana. Este tipo de processo acontece devido à convivência com outras culturas.

Forma como um povo se adapta à forma de pensar do país que o tenha invadido, dominado, ou de um país que é suficientemente poderoso para impor-lhe sua maneira de pensar através, por exemplo, da guerra, da televisão, do cinema, da mídia, das tecnologias da informação. Implica uma certa alienação da cultura local ou nacional.

ALIENAÇÃO
Filosoficamente falando, é quando a consciência torna-se desconhecida a si própria ou a sua própria essência.
Torna o individuo desinteressado por questões políticas ou sociais. Ocorre também com pessoas que, tendo sido educadas em condições sociais determinadas, se submetem cegamente aos valores e instituições dadas, perdendo assim a consciência de seus verdadeiros problemas.

Quando uma pessoa perde o domínio de algo que lhe pertence. Processo mediante o qual o povo, um grupo ou um individuo se vê estrangeiro (cego, estranho, perdido) a si mesmo. Isto pode suceder em nível econômico, político, cultural, social etc. Ou seja, quando a pessoa não sabe o que está havendo com ela mesma e como não reflete sobre o que acontece, atua como um estrangeiro que chega a um lugar que não conhece e se sente perdido.

LIBERDADE
Estado de pessoa livre e isenta de restrição externa ou coação física ou moral. È o ato de poder exercer livremente a sua vontade. É a busca da condição de não ser sujeito, como indivíduo ou comunidade, a controle ou arbitrariedades políticas estrangeiras. É o direito que todos os cidadãos têm de empregar em comum os seus esforços para um fim lícito.

Em seu livro Pedagogia do oprimido, Paulo Freire define a liberdade como “uma conquista e não uma dádiva: ela exige uma pesquisa permanente. Pesquisa permanente que só existe no ato responsável daquele que a realiza. Ninguém possui a liberdade, como condição para ser livre; ao contrário, se luta pela liberdade porque não se a possui. A liberdade não é um ponto ideal, fora dos homens, em frente do qual eles se alienam. Não é uma idéia que se faz mito. É uma condição indispensável ao movimento de pesquisa no qual os homens estão inseridos porque são seres inconclusos

PRÁXIS
A práxis é considerada uma etapa necessária na construção de conhecimento válido. A teoria é implementada nas aulas e foca-se na abstração intelectual; a práxis, por sua vez, ocorre a partir do momento em que essas idéias são experimentadas no mundo físico para continuar com uma contemplação reflexiva dos seus resultados. É quando a teoria passa a fazer parte da experiência vivida.

É a união que se deve estabelecer entre o que se faz e o que se pensa acerca do que se faz. A reflexão sobre o que fazemos em nosso trabalho diário, com o fim de melhorar tal trabalho, pode-se denominar com o nome de práxis. É a união entre a teoria e a prática. Conceito comum no marxismo, que é também chamado de “ filosofia da práxis”, designa a reação do homem às suas condições reais de existência, sua capacidade de inserir-se na produção (práxis produtiva) e na transformação da sociedade (práxis revolucionária). Para Paulo Freire, práxis é “a ação e reflexão dos homens sobre o mundo para transformá-lo”.

INÉDITO VIÁVEL
Para que o inédito viável ocorra são necessários três movimentos: querer, refletir e agir. O plano do “querer” encerra em si a dimensão política em função da qual se fazem as opções que orientam a direção do sonho a ser construído. O plano do “refletir” encerra em si a dimensão epistemológica a partir da qual se ampliam a compreensão da razão de ser das situações limites e os motivos que tornam imprescindível a luta pelo sonho. O “plano do agir” encerra em si a dimensão estética que envolve a qualidade da participação nesse processo.
Expressão utilizada por Paulo Freire para designar o devir, o “ainda-não”, o futuro a se construir, a futuridade a ser criada, o projeto a realizar. Essa expressão tem a ver com a noção de sonho e de utopia. Para Paulo Freire a utopia está ao mesmo tempo no ato de denúncia do mundo desumano e no de anúncio do mundo humano a ser construído pela nossa ação transformadora. Inédito viável é a possibilidade ainda inédita de ação que não pode ocorrer a não ser que superemos as situações-limites, transformando a realidade na qual ela está com a nossa práxis.

HUMANIZAÇÃO
Ato ou efeito de humanizar, mudando o comportamento e atitudes, tornando-se humano e dando condições humanas.

Caminho pelo qual os homens e as mulheres podem chegar a ser conscientes de si mesmos, de sua forma de atuar e de pensar, quando desenvolvem todas as suas capacidades. Humanização e desumanização “são possibilidades dos homens como seres inconclusos e conscientes da sua inconclusão. Mas se ambas constituem uma possibilidade, só a primeira parece constituir a vocação do homem”. A desumanização é “uma distorção da vocação de ser mais, distorção possível na história, mas não é uma vocação histórica”. E ainda que a desumanização seja real na história, contudo, não é um destino contra o qual não se possa lutar, mas “o resultado de uma ordem injusta que gera violência por parte dos opressores, a qual, por sua vez, gera o “ser menos’”.

DIÁLOGO
O dialogo pode ser apenas uma simples conversa entre duas ou mais pessoas: um diálogo entre amigos, até mesmo uma troca de idéias: o diálogo entre civilizações. Como dizia José Prat: “ Sempre que alguém afirma que dois e dois são quatro e um ignorante lhe responde que dois e dois são seis, surge um terceiro que, em prol da moderação e do diálogo, acaba por concluir que dois e dois são cinco.

É a essência da educação para Paulo freire, um “encontro dos homens mediatizados pelo mundo para dar um nome ao mundo”. Os homens e as mulheres, ao refletir sobre sua prática e ao atuar sobre ela, para transformá-la, necessitam comunicar-se, pôr-se de acordo entre si, estar dispostos a escutar outras opiniões, a constatar se o que se está fazendo é realmente positivo. É atuar e pensar como sujeitos e permitir que as outras pessoas que os rodeiam também sejam sujeitos críticos.

CONSCIÊNCIA INGÊNUA
A consciência ingênua nos induz a pensar que os tempos antigos é que eram bons. Tudo era mais fácil, de maior
qualidade, de maior durabilidade, de maior sinceridade, e assim por diante. Já a consciência crítica se antepõe e alerta que o mundo tem mudado e para cada época as necessidades e valores são diferentes
É a consciência humana no grau mais elementar de seu desenvolvimento quando está ainda imersa na natureza e percebe os fenômenos, mas não sabe colocar-se à distancia deles para julgá-los. É a consciência no estado natural, ainda mágico. É uma consciência natural na medida e que a passagem da consciência ingênua para a consciência crítica se dá por um processo de humanização.

ATIVISMO
Princípios segundo os quais se deve buscar a transformação da realidade por meio da ação, da prática efetiva, em lugar de se dedicar à mera especulação teórica.

Atitude daqueles que se dedicam exclusivamente à ação sem refletir criticamente sobre o que fazem. Sem sistematizar sua prática. Seu oposto é o verbalismo, que consiste em valorizar apenas a palavra, a teoria, e desprezar a ação, a prática.


GESSÉ CHARLES DE ARAÚJO

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Re: A ESCOLA E O PROFESSOR “PAULO FREIRE E A PAIXÃO DE ENSINAR” DE MOACIR GADOTT

Mensagem por reni feitosa barros em Sex Abr 19, 2013 11:05 pm

FACULDADE DE EDUCAÇÃO SANTA TEREZINHA -FEST
III PERÍODO DE PEDAGOGIA NOTURNO
Academica ; Reni Feitosa Barros
Orientadora ; Luciane



Conceitos
básicos
APÓS A LEITURA DO TEXTO
“PENSAMENTO PEDAGÓGICO BRASILEIRO”-Moacir Gadotti. O QUE APRENDI:
COMPARE AS SUAS RESPOSTAS COM AS DEFINIÇÕES QUE CONSTAM NO GLOSSÁRIO.
ensino

È a conseqüente necessidade de formação do professor
Lição,instrução,educação.
escola:

È um lugar bonito,um lugar cheio de vida seja ela uma escola com todas as condições de trabalho.
Estabelecimento de ensino doutrina.

professor
È muito mais um mediador do conhecimento, um problematizador.
Mestre, homem perito
solidariedade

È condição de sobrevivência da espécie humana.
Qualidade de solidário; vinculo recíproco de pessoas uo coisas independentes; adesão ou apoio á causa, empresa,principio,etc.
razão
É a base da existência
Capacidade humana para refletir, comparar,conhecer,julgar,entender,bom senso,direito,causa,conta uoconta corrente
realidade
Contudo é muitas vezes bem diferente do sonho
Qualidade do que é real, verdadeiro
POLÍTICAS EDUCACIONAIS


consumir
É o valor dominante.
Gostar; absorvir destruir
cidade
É o espaço da cultura e da educação.
Povoação de importância superior a vila.
simplicidade
O simples não é o fácil, é difícil ser simples.
naturalidade
educar
é sempre impregnar de sentido.todos. os atos da nossa vida cotidiana.
Dar educação ; instruir; ensinar
POLÍTICAS PÚBLICAS


POLÍTICAS EDUCACIONAIS


POLÍTICAS PÚBLICAS


POLÍTICAS EDUCACIONAIS


POLÍTICAS PÚBLICAS


POLÍTICAS EDUCACIONAIS


POLÍTICAS PÚBLICAS




GADOTTI , MOACIR
A escola e o professor;Paulo Freire e a Paixão de ensinarp/Moacir gadotti.-1.-ed.-São Paulo;Publisher Brasil,2007

CONCLUSÃO;
A qui foram apredido lições, onde apredemos atravez de método,que explicar m melhor a política-pedagógica mas nos facilita um melhor conhecimento do que seja a pratica de ensinar.

reni feitosa barros

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Re: A ESCOLA E O PROFESSOR “PAULO FREIRE E A PAIXÃO DE ENSINAR” DE MOACIR GADOTT

Mensagem por taynara karuany rego em Seg Abr 22, 2013 10:30 pm

O livro aborda o real significado das relacoes politicos pedagogicas e sua importancia num sentido de contribuicao na formacao de individuos.

taynara karuany rego

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Re: A ESCOLA E O PROFESSOR “PAULO FREIRE E A PAIXÃO DE ENSINAR” DE MOACIR GADOTT

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